Apresentação

HINO

HINO DA CONGREGAÇÃO

O Colégio Nossa Senhora do Rosário pertence a Congregação das Irmãs Escravas do Divino Coração, que tem sua missão específica no campo da educação. Tal qual o semeador da parábola que Jesus contou, saímos espalhando as sementes do Reino de Jesus no vasto campo da educação.

Hino
La semilla bendita que un día/ humildísimo apóstol sembró/
Con la fe y el amor del que fía/ en Jesús y en la Virgen María/
En la Iglesia de Dios germino./ Ya es un árbol, sus ramas extiende cubiertas de flor/ Que suavísimo aroma desprende/ del furioso huracán la defiende su dueño y Señor.
Congregación bendita sigue adelante, pues a crecer te invita tu dueño amante./
Santidad a tus hijas procuras/ luz del cielo a la amable niñez has gustado delicias muy puras y sufrido pesar y amarguras con humilde e ejemplar sencillez. La violeta es tu flor preferida con rosas de amor/ entrelazas la flor tan querida/ con el amor es tu impulso, tu vida sirviendo al Señor.
Siempre el celo te animará/ flores del cielo Jesús te da. Te aman mucho Jesús y María, te sostienen y animan los dos/ a luchar, a luchar con valor noche y día/ anhelando con santa porfía / salvar almas y dar gloria a Dios (bis)
Congregación bendita, sigue adelante, pues a crecer te invita tu Dueño amante/
Amor de los amo-res, divino Corazón, recibe los loores, los frutos y las flores, los frutos y las flores, los fictos y las flores de tu Congregación.

HISTÓRICO
1885

A Congregação das Irmãs Escravas do Divino Coração nasceu em 26 de julho de 1885, em Cória, na Espanha, com missão específica no campo da educação. “Educar é formar o Coração” – eis o lema a ser perseguido pelas religiosas e profissionais da área de educação que assumem esse projeto de Educar ao modo Spínola, através do zelo e ardor missionário, fazendo da educação integral um espaço específico e privilegiado de anúncio da Boa Nova de Jesus, nas realidades sociais, culturais e econômicas a que estão inseridos, e dando continuidade ao desejo originário de seus fundadores: Dom Marcelo Spínola e Célia Mendez.

 1913

No Brasil, a trajetória da Congregação começou no dia 29 de setembro de 1913, quando desembarcaram no Cais do Porto do Rio de Janeiro as cinco primeiras religiosas Escravas do Divino Coração, vindas da Espanha. Foram recebidas, lá mesmo, pelo padre Beltran, superior dos Padres do Coração de Maria, que as hospedou na Santa Casa de Misericórdia, até que pudessem encontrar uma residência para morar.

1914

Após uma semana, transferiram-se para o Meier, onde residiram até janeiro de 1914, quando mudaram-se para uma casa no bairro  Rio Comprido, à Rua do Bispo, n.º 157. Este foi o local onde, no dia 1º de fevereiro, criaram uma Escola Primária, começando com um número pequeno de alunos. Mesmo assim, o entusiasmo e o zelo missionário fizeram-se presentes. Os proventos materiais, no entanto, eram insuficientes para saldar todas as despesas. As religiosas sabiam que os Colégios, no princípio, encontram tropeços, mas, confiavam em Deus…

 1915

Uma interrogação estava presente nos debates e nas conversas das religiosas durante esta ocasião: o colégio continua ou não nesta região? Até que, no primeiro trimestre de 1915, chegaram da Espanha mais três religiosas, coincidindo com a visita do Pe. Lombardi, Reitor do Colégio Santo Inácio. Pessoa muito conhecida no país animou as religiosas com seus conselhos e aprovou inteiramente a resolução de mudar de bairro.

 1917

Após quase dois anos de busca e muitas negociações prévias, a escola foi transferida, no dia 1º de fevereiro de 1917, para o bairro Botafogo, em uma esquina da praia, a Vivendo dos Marqueses de Abrantes, onde as irmãs estiveram até 1918, quando mudaram para Águas Férreas, um pouco acima da Usina.

 1920

A vida continuava com seus dissabores e surpresas… Porém, sempre fortalecidas pela fé e confiança inabalável em Deus, as religiosas não desanimaram. No ano de 1920, o colégio se encontrava novamente em outro endereço. Desta vez, voltava-se para a Praia de Botafogo, nº 124.

 1926

Em 1926, o colégio mudou-se para a Rua São Salvador, no bairro do Flamengo. Para atender ao pedido de algumas famílias, além do externato, abriu-se um internato. Cuidavam, ainda, de um grupo de meninas pobres que recebiam, gratuitamente, educação, instrução e formação religiosa, como também tudo o que precisavam. Apesar das dificuldades financeiras, as religiosas continuaram dedicando-se ao ensino. E, com a criação do internato, aumentou muito o trabalho das Irmãs e tornou-se necessária a vinda de mais religiosas para o Brasil. Estamos no ano de 1935. O Colégio continua sua marcha, aumentando o número de alunas, pois já são mais bem atendidas, dado o crescimento da Comunidade.

 1939

Em 1939, reabriu suas aulas em outro endereço: Praia de Botafogo, nº 326, sendo, finalmente, oficializado pelo MEC, em 7 de julho, quando adotou o programa do curso secundário do Colégio Pedro II (Colégio Oficial do Estado), com as alterações introduzidas pela Divisão do Ensino Secundário.

 1940

No ano de 1940, o prédio tornou-se pequeno para o educandário, a comunidade e o noviciado. Uma casa foi alugada no Jardim Botânico para, aí, funcionar o ensino primário; o ensino secundário, a sala de estudo e a de trabalhos permaneceram na casa de Botafogo.

 1941

Com o auxílio de ex-alunos do Colégio, fundaram a Associação de Santa Teresa, um grupo que reunia-se para realizar a costura dos pobres. No ano de 1941 o Colégio São Marcelo foi transferido para o número 426 da mesma rua.

 1947

Em 1947, a Congregação comprou um terreno e um chalé, na Gávea, fez empréstimos e angariou recursos para iniciar a construção do Colégio São Marcelo, local em que a escola encontra-se até hoje.

1951

Fundação em Minas Gerais

Três religiosas partem para Aiuruoca, instalando-se no Colégio Santa Edwiges, no ano de 1951, a fim de continuar uma obra educativa pertencente à paróquia. A comunidade entusiasmou-se com a proposta; viam, nessa fundação, um meio de irradiar a Congregação. Colégio e paróquia formavam uma só família, ajudando-se mutuamente. E a Congregação aí permaneceu até o dia 31 de dezembro de 1966. Em função dos problemas que surgiram e de três fundações em Goiás, optou-se pelo fechamento da comunidade.

 1953

Fundação da Comunidade de Dianópolis

O Colégio João de Abreu, fundado em 28 de setembro de 1951, contou com a presença das religiosas a partir de 13 de janeiro de 1953. Em 1960, o educandário já possuía mais de 500 alunos. Mais salas foram construídas para atender a eles. Era grande a influência da Congregação nesta cidade, onde as Escravas, com muito carinho e amor, continuam sua missão. Dianópolis é, hoje, considerado um dos principais berços culturais de Tocantins. E, pela boa fama do Colégio, fundou-se, com certa facilidade, a Escola Madre Belém, em Palmas, capital do Estado, entregue à direção das Escravas do Divino Coração. Em 1996, o governo do estado premiou o Colégio João D’Abreu como o 2º melhor colégio de Tocantins e, em 1997, como o 1º melhor colégio da região e 1º melhor colégio do estado. Com tais premiações, foram concedidos um laboratório de informática, com 10 computadores, um salão de festas, uma biblioteca, três novas salas de aula, banheiros masculinos e a reforma na quadra esportiva.

 1954

Criação da Região Brasileira, com apenas três casas – Rio de Janeiro, Aiuruoca e Dianópolis – e a necessidade de abrir outras para estender o campo do apostolado. Até que, em 19 de dezembro de 1954, surge o convite para a fundação de mais um colégio, em Volta Redonda.

 1955

Criação da Região Brasileira, com apenas três casas – Rio de Janeiro, Aiuruoca e Dianópolis – e a necessidade de abrir outras para estender o campo do apostolado. Até que, em 19 de dezembro de 1954, surge o convite para a fundação de mais um colégio, em Volta Redonda.
Mês de abril – Fundação do Colégio Nossa Senhora do Rosário, no antigo hospital, bairro Jardim Paraíba. De início, o colégio se encarregou da educação apenas das meninas – cerca de 295 –, contando com a colaboração de oito professoras. Em 1956, a CSN começou a obra do novo prédio do colégio, onde atualmente funciona. A construção foi acompanhada de perto pela Congregação, que oferecia sugestões, sempre acatadas pela Diretoria da CSN. A Companhia entregou o prédio à Congregação através do Regime de COMODATO, por um prazo de trinta anos (o máximo possível para essa classe de contrato naquela época), com a possibilidade de renovação. Nesse meio tempo, porém sua diretoria sempre se mostrou atenciosa para com a Congregação, atendendo a todas as necessidades que iam surgindo, em reconhecimento aos bons serviços educacionais que o Colégio estava oferecendo à população de Volta Redonda. Em 1985, ao terminar o contrato de comodato, a CSN propôs à Superiora Provincial a compra do Colégio. Chegou o período da privatização e a proposta continuava de pé, até que, em 25 de agosto de 1994, o Colégio Nossa Senhora do Rosário foi comprado pela Congregação das Irmãs Escravas do Divino Coração. Sob a administração das Escravas, o Colégio tem ministrado ensino de ótima qualidade e formação integral aos seus educandos.

 1966

Mês de abril – Fundação do Colégio Nossa Senhora do Rosário, no antigo hospital, bairro Jardim Paraíba. De início, o colégio se encarregou da educação apenas das meninas – cerca de 295 –, contando com a colaboração de oito professoras. Em 1956, a CSN começou a obra do novo prédio do colégio, onde atualmente funciona. A construção foi acompanhada de perto pela Congregação, que oferecia sugestões, sempre acatadas pela Diretoria da CSN. A Companhia entregou o prédio à Congregação através do Regime de COMODATO, por um prazo de trinta anos (o máximo possível para essa classe de contrato naquela época), com a possibilidade de renovação. Nesse meio tempo, porém sua diretoria sempre se mostrou atenciosa para com a Congregação, atendendo a todas as necessidades que iam surgindo, em reconhecimento aos bons serviços educacionais que o Colégio estava oferecendo à população de Volta Redonda. Em 1985, ao terminar o contrato de comodato, a CSN propôs à Superiora Provincial a compra do Colégio. Chegou o período da privatização e a proposta continuava de pé, até que, em 25 de agosto de 1994, o Colégio Nossa Senhora do Rosário foi comprado pela Congregação das Irmãs Escravas do Divino Coração. Sob a administração das Escravas, o Colégio tem ministrado ensino de ótima qualidade e formação integral aos seus educandos.
Goiânia, Goianésia, Piracanjuba e Bela Vista – Novas Fundações em Goiás.

1º de dezembro de 1966 – Fundação de Goianésia, com uma comunidade de três Escravas do Divino Coração dedicadas a diversos trabalhos na Cúria, que dariam assistência temporária, caso houvesse cursos na casa. Era o Centro de Treinamento de Líderes, uma obra da arquidiocese, cuja finalidade principal era de atender à Igreja local na formação de seus líderes: clero, religiosos, agentes de Pastoral e leigos. Foi aí que a Congregação tornou-se conhecida no Estado.

INSTITUCIONAL

O Colégio Nossa Senhora do Rosário tem como Entidade mantenedora a Congregação das Escravas do Divino Coração, obra dedicada à Educação. Foi fundado em 1955, na cidade de Volta Redonda – RJ, a pedido da Diretoria da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) para fornecer educação cristã às filhas dos funcionários.

Iniciou suas atividades no Bairro Jardim Paraíba enquanto era construído o prédio atual, inaugurado em 1958.

Nestes 50 anos, o Colégio foi evoluindo, passando pelas mudanças próprias da época, conservando a solidez da tradição e integrando a mais moderna metodologia.

O pensamento educativo vem dos fundadores da Congregação,
D. Marcelo Spínola e Célia Mendez: “Formar o coração da Criança e do Jovem, libertando-o de suas escravidões interiores e exteriores, comprometendo-o na consecução de uma sociedade mais justa e humana”.

O lema “Educar é formar o coração”, que já passou por diversas gerações, continua sempre novo e atual e ganha mais sentido e profundidade diante de um mundo globalizado e de rápidas modificações sociais.

Formar o coração significa implantar uma educação voltada para crianças e jovens que seja capaz  de mobilizá-los  para a transformação, ajudando-os a serem sujeitos críticos e autônomos, cidadãos conscientes, prontos a usar o conhecimento como instrumento de solidariedade e avanço para sua comunidade. Formar o coração significa educar para a vivência dos valores evangélicos, para a preservação da vida e do respeito à dignidade humana.

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